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CINEMA

Tila Chitunda em curtas

Tila Chitunda em curtas

04.03.20: quarta-feira às 20h

A sessão traz os três últimos trabalhos de Tila Chitunda, diretora brasileira, filha de refugiados angolanos, que investiga, em uma série de documentários, a memória e a relação entre as identidades dos povos brasileiro e angolano. Em “FOTOGRÁFRICA” (2016) inicia-se a jornada que se torna mais pessoal quando Tila Chitunda inicia a pentalogia “Nome de Batismo”, na qual ela se propõe a contar as histórias que estão por trás de cada um de seus nomes de batismo. 


Desde 2004, Tila Chitunda atua como diretora e produtora audiovisual (Cinema e TV). Seus filmes foram exibidos e premiados em importantes Festivais, tais como É Tudo Verdade, Festival Internacional de Curtas de São Paulo, FestCine - Recife, Janela Internacional de Cinema,  Festival de Cinema de Triunfo, Visions du Réel (Suíça), entre outros. "FotogrÁFRICA" (2016), melhor curta do African Diaspora Film Festival - Itália, "Nome de Batismo-Alice" (2017), melhor curta do Festival É tudo Verdade,  e “Nome de Batismo-Frances”(2019), melhor curta do FestCine - Recife,  são suas produções audiovisuais mais recentes, e abordam as relações entre África e Brasil, a partir de suas relações familiares.


A diretora mora atualmente em Lausanne (Suiça) e não estará presente na sessão.


FOTOGRÁFRICA, Doc, PE, 2016, 25’.

Dona Amélia é uma angolana refugiada de guerra que recomeçou a vida em Olinda, Nordeste do Brasil. A partir do seu mural de fotografias, a sua filha brasileira vai em busca de suas raízes, dividida entre as memórias da família e as manifestações de origem africana que ela encontra pelo caminho.


NOME DE BATISMO: ALICE, Doc, PE, 2017, 25’.

Em 1975, Angola declarou-se independente e uma longa Guerra Civil começou. Quarenta anos depois, Alice, única filha brasileira de uma família angolana no Brasil, decide ir a Angola, atrás das histórias que motivaram seus pais a lhe dar esse nome.


NOME DE BATISMO: FRANCES, Doc, PE, 2019, 16’.

Frances é o segundo nome de batismo da diretora. Desde criança ela ouviu várias histórias atreladas a esse nome. Histórias que começaram numa missão protestante em Angola.